Em Brasília a população sofre com a greve do metrô, responsável pelo colápso do sistema de tráfego da capital. Esta situação me levou a refletir, mais uma vez, sobre a situação do irmão mais novo, em gestação a mais de uma década, o Metrô de Salvador.
É inacreditável que após tantos anos e com um orçamento astronômico, estejamos ainda a esperar pela conclusão das obras, daquele que prometeu ser a solução dos problemas de trânsito na capital baiana. O pior, é que foram feitas várias mudanças no projeto e no orçamento e no final das contas, o que está próximo de sair do projeto é um trajeto de seis kilômetros, que leva de canto algum a lugar nenhum. Sai da Estação da Lapa e segue pela Avenia Mário Leal Ferreira (Bonocô), até a Rótula do Abacaxi. Vai ser muito útil, afinal a população do Centro da cidade poderá utilizar o ferrorama para fazer compras num Hipermercado instalado no local.
Vamos esperar e ver o que virá para a Copa 2014. Neste nível de compromisso com obras públicas, com certeza seremos notícia pelo mundo. Só não sei se ficaremos agradados com teor das mesmas.
Danilo Pinto
Espaço aberto para falar de Política, Segurança, Direito, Cidadania, Esporte, Educação, Empreendedorismo e o que mais interessar à sociedade brasileira.
sexta-feira, 26 de março de 2010
METRÔ OU FERRORAMA?
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quarta-feira, 24 de março de 2010
CHINA: Um gigante em evolução!
Ontem estava lendo O GRANDE JOGO - Política, Cultura e Idéias em Tempo de Barbárie. De Demétrio Magnoli. Trata-se de um livro que nos convida a refletir sobre as relações diplomáticas e bélicas entre os países.
Num determinado ponto da leitura, em que Demétrio discorria sobre a mudança no cenário econômico e industrial verificada nas três últimas décadas, com o forte crescimento da indústria chinesa. Ele nos fala que a China, graças à fartura de mão de obra e aos investimentos em manufatura, feitos desde a década de 80 do século passado, vem dominando o mercado mundial e recentemente teria ultrapassado a União Européia em volume de exportação de remanufaturados para os EUA. Daí me ocorreu lembrar de uma defesa que faço, não com a intenção de protejer a China, mas como forma de enxergar a realidade da forma como ela se apresenta. Muito se critica a falta de qualidade dos produtos chineses, comprados em qualquer esquina do mundo. São produtos, deveras, de ésima qualidade, na maioria, réplicas descartáveis de produtos de marca. No entanto, se voltarmos ao passado, em meados do século XX, Japão, em sua reconstrução no pós-guerra, iniciou uma forte industrialização e por muito tempo os produtos japoneses foram criticados pela ma qualidade e baixa durabilidade. Hoje, a Honda, a Toyota, a Mitsubishi, a Hiunday, dentre inúmeras outras empresas japoneses dominaram grande fatia dos mercados mundiais e são referência em qualidade, sonho de desejo da maioria dos cidadãos.
Hora! Não podemos negligenciar a China. Enquanto muitos criticam e regeitam, eles estão se desenvolvendo e se preparando para dominar a indústria mundial, demonstrando que errando sem parar de tentar, um dia se consegue ser o melhor, contra todas as expectativas.
Precisamos aprender, mais uma vez, com o exêmplo dos orientais. Disciplina e trabalho são o segredo do sucesso. O exêmplo da China, repetindo o Japão de 40 anos passados, serve de molde, para que muitas nações ainda estagnadas saiam do marasmo e se projetem no mercado mundial. Serão necessários muitos sacrifícios, mas só chega lá... quem vai à luta.
Num determinado ponto da leitura, em que Demétrio discorria sobre a mudança no cenário econômico e industrial verificada nas três últimas décadas, com o forte crescimento da indústria chinesa. Ele nos fala que a China, graças à fartura de mão de obra e aos investimentos em manufatura, feitos desde a década de 80 do século passado, vem dominando o mercado mundial e recentemente teria ultrapassado a União Européia em volume de exportação de remanufaturados para os EUA. Daí me ocorreu lembrar de uma defesa que faço, não com a intenção de protejer a China, mas como forma de enxergar a realidade da forma como ela se apresenta. Muito se critica a falta de qualidade dos produtos chineses, comprados em qualquer esquina do mundo. São produtos, deveras, de ésima qualidade, na maioria, réplicas descartáveis de produtos de marca. No entanto, se voltarmos ao passado, em meados do século XX, Japão, em sua reconstrução no pós-guerra, iniciou uma forte industrialização e por muito tempo os produtos japoneses foram criticados pela ma qualidade e baixa durabilidade. Hoje, a Honda, a Toyota, a Mitsubishi, a Hiunday, dentre inúmeras outras empresas japoneses dominaram grande fatia dos mercados mundiais e são referência em qualidade, sonho de desejo da maioria dos cidadãos.
Hora! Não podemos negligenciar a China. Enquanto muitos criticam e regeitam, eles estão se desenvolvendo e se preparando para dominar a indústria mundial, demonstrando que errando sem parar de tentar, um dia se consegue ser o melhor, contra todas as expectativas.
Precisamos aprender, mais uma vez, com o exêmplo dos orientais. Disciplina e trabalho são o segredo do sucesso. O exêmplo da China, repetindo o Japão de 40 anos passados, serve de molde, para que muitas nações ainda estagnadas saiam do marasmo e se projetem no mercado mundial. Serão necessários muitos sacrifícios, mas só chega lá... quem vai à luta.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
Paulo Maluf pode ser preso pela Interpol se sair do País
Fonte: Portal da Metrópole e Folha Online | 19/03/2010 16h45 | Brasil
Deputado foi incluído em lista vermelha; ele não pode passar por 188 países ligados à polícia
A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) colocou o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) na difusão vermelha a pedido da Justiça de Nova York. Na prática, a inclusão impede que o ex-prefeito de São Paulo deixe o país e passe por qualquer um dos 188 países que são signatários da organização polícial internacional.
Segundo o promotor Silvio Marques, do Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP), o Grande Júri de Nova York, que já tinha indiciado Maluf em 2007 pelos crimes de conspiração em 4º grau, transferência de recursos de origem ilícita e roubo de fundos públicos-- pediu a inclusão do deputado na "lista vermelha" da Interpol no final do ano passado, pedido este que foi atendido.
O promotor lembrou que, apesar de o Brasil ser signatário da Interpol, Maluf não pode ser preso no país para ser levado aos Estados Unidos. "Para ele ser preso os Estados Unidos teriam que pedir a extradição, e a Constituição impede a extradição de brasileiro nato", explicou.
Com isso, Maluf poderá permanecer no Brasil --onde suas ações penais aguardam julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal)--, mas impede saídas para o exterior. "Ele até pode viajar, mas será preso assim que chegar a outro país", disse Marques.
As ações contra Maluf no Brasil estão sob análise do ministro do STF Ricardo Lewandowski. Segundo Marques, elas prescreverão se não forem julgados até daqui aproximadamente um ano.
Outro lado - Segundo a assessoria jurídica do deputado Paulo Maluf, a inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol é "uma ilegalidade por parte da promotoria estadual norte-americana e verdadeira afronta à soberania do Brasil e do Congresso", se referindo ao fato de Maluf estar em um cargo eletivo.
"Seria o mesmo que um promotor de Justiça estadual de qualquer Estado brasileiro, a exemplo do que fez a promotoria do Estado de Nova York, enviar à Polícia internacional o nome de um parlamentar norte-americano proibindo-o de viajar sob pena de prisão", aponta a nota divulgada hoje.
Ainda de acordo com a nota, um advogado em Nova York já entrou em fevereiro com uma ação na justiça americana para tentar anular a inclusão do nome de Maluf na lista de procurados da Interpol.
Deputado foi incluído em lista vermelha; ele não pode passar por 188 países ligados à polícia
A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) colocou o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) na difusão vermelha a pedido da Justiça de Nova York. Na prática, a inclusão impede que o ex-prefeito de São Paulo deixe o país e passe por qualquer um dos 188 países que são signatários da organização polícial internacional.
Segundo o promotor Silvio Marques, do Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP), o Grande Júri de Nova York, que já tinha indiciado Maluf em 2007 pelos crimes de conspiração em 4º grau, transferência de recursos de origem ilícita e roubo de fundos públicos-- pediu a inclusão do deputado na "lista vermelha" da Interpol no final do ano passado, pedido este que foi atendido.
O promotor lembrou que, apesar de o Brasil ser signatário da Interpol, Maluf não pode ser preso no país para ser levado aos Estados Unidos. "Para ele ser preso os Estados Unidos teriam que pedir a extradição, e a Constituição impede a extradição de brasileiro nato", explicou.
Com isso, Maluf poderá permanecer no Brasil --onde suas ações penais aguardam julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal)--, mas impede saídas para o exterior. "Ele até pode viajar, mas será preso assim que chegar a outro país", disse Marques.
As ações contra Maluf no Brasil estão sob análise do ministro do STF Ricardo Lewandowski. Segundo Marques, elas prescreverão se não forem julgados até daqui aproximadamente um ano.
Outro lado - Segundo a assessoria jurídica do deputado Paulo Maluf, a inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol é "uma ilegalidade por parte da promotoria estadual norte-americana e verdadeira afronta à soberania do Brasil e do Congresso", se referindo ao fato de Maluf estar em um cargo eletivo.
"Seria o mesmo que um promotor de Justiça estadual de qualquer Estado brasileiro, a exemplo do que fez a promotoria do Estado de Nova York, enviar à Polícia internacional o nome de um parlamentar norte-americano proibindo-o de viajar sob pena de prisão", aponta a nota divulgada hoje.
Ainda de acordo com a nota, um advogado em Nova York já entrou em fevereiro com uma ação na justiça americana para tentar anular a inclusão do nome de Maluf na lista de procurados da Interpol.
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quinta-feira, 18 de março de 2010
TV CPP nasce com show de acessos.
Assista à TV CPP www.tvcpp.com.br Tudo sobre as ações do CPP, na defesa dos interesses do professorado paulista.
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terça-feira, 2 de março de 2010
NOVAS ESTATAIS
Assinstindo o Jornal da Globo agora a pouco, acompanhei as discussões acerca da criação das "novas estatais" brasileiras. De um lado o Governo Federal defende a necessidade de reduzir o custo da Banda Larga, favorecendo a população de baixa renda e gerando inclusão social. de outro, s críticos, alegando que ara reduzir o preço da Banda Larga, sem precisar criar mais custos para o Estado, bastaria reduzir o absurdo que se cobra de impostos sobre este serviço.
Ambos estão corretos!
De um lado, o Governo Federal defende a criação de Estatais, porque passaria a ter nas mãos o controle de grande parte da receita gerada pela comunicação digital no Brasil, sem precisar abrir mão dos altos impostos. Passaria a ganhar nas duas frentes e de quebra, segura mais um cabide de emprego, com altos cargos para negociar com os partidos de aluguel.
Do outro, o críticos, que defendem o óbvio, redução de impostos para baratear os custos. Mas esta crítica serve apenas de apelo político, visto que dificilmente o Governo abriria mão de altas somas em impostos, num campo em plena expansão.
Enquanto os dois lados disputam a paternidade da solução ideal, eu e todos vocês continuamos a pagar 43% de impostos, apenas por estarmos conectados à internet. Dificil mesmo vai ser encontrar um ponto de convergência entre os interesses do Capital Especulativo (acionistas de grandes corporações) e do Capital Estatal, mantenedor de uma classe política moralmente decadente e ávida por poder.
Ambos estão corretos!
De um lado, o Governo Federal defende a criação de Estatais, porque passaria a ter nas mãos o controle de grande parte da receita gerada pela comunicação digital no Brasil, sem precisar abrir mão dos altos impostos. Passaria a ganhar nas duas frentes e de quebra, segura mais um cabide de emprego, com altos cargos para negociar com os partidos de aluguel.
Do outro, o críticos, que defendem o óbvio, redução de impostos para baratear os custos. Mas esta crítica serve apenas de apelo político, visto que dificilmente o Governo abriria mão de altas somas em impostos, num campo em plena expansão.
Enquanto os dois lados disputam a paternidade da solução ideal, eu e todos vocês continuamos a pagar 43% de impostos, apenas por estarmos conectados à internet. Dificil mesmo vai ser encontrar um ponto de convergência entre os interesses do Capital Especulativo (acionistas de grandes corporações) e do Capital Estatal, mantenedor de uma classe política moralmente decadente e ávida por poder.
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