quinta-feira, 14 de junho de 2012

A VEZ DA REDUÇÃO DE JUROS

A Presidente Dilma, numa demonstração de ousadia ímpar, determinou a redução dos juros nos bancos estatais, de forma a precionar os bancos privados a reduzirem suas taxas. Trata-se de uma ação importante, que marca uma mudança de paradígmas no Brasil. visto que até então, todos os governantes se renderam aos banqueiros. Apesar da euforia e das oportunidades, é preciso que o cidadão tenha cuidado, afinal, os juros baixaram, mas isso ainda é insuficiente, para trazer o custo efetivo do dinheiro para uma realidade compativel com as necessidades da sociedade. Para piorar este quadro, alguns bancos estão substituíndo o ganho em juros por aumento nas taxas cobradas, quase que imperceptivelmente, na conta dos clientes. Como se vê, mais uma vez, o sistema dá com uma mão e retira pela outra.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Como gerrar empregos no Brasil?

O Brasil ocupa a sexta posição entre as maiores economias do mundo mas é também dona da maior carga tributária do planeta. Numa economia em que cada empregado custa à empresa quase duas vezes seu salário, contratar está cada dia mais dificil. O Governo faz campanha, divulga números, gera insentivos fiscais para alguns setores isolados, entre outras ações, mas, o que de fato tem sido feito pelo Estado Brasileiro, para incrementar e alavancar a geração de empregos formais? Contratar um proficcional no Brasil é tão caro, que muitos empresários evitam crescer, para não serem "engolidos" pela folha de pagamento e carga trabalhista. Se o Brasil, de fato, quer gerar empregos, precisa reavaliar a sua carga tributária sobre folha salarial. É necessário repensar o custo efetivo de um empregado e comparar aos possíveis resultados de uma redução substancial que anime os empregadores a contratar. Em uma economia forte e aquecida, gerar emprego significa proporcionar renda às famílias, gerando novos consumidores. Quanto mais a população elevar seu poder de compra, mais gastarão em alimentos, vestuário, serviços, lazer, educação, saúde e segurança, dentre outros. O investimento do Governo, em redução pontual de impostos para beneficiar alguns setores da economia, gera na verdade mais um evento de sustentação artificial da economia. Alguns setores seguram os empregos, em troca de isenções fiscais, mas estas ações dão resultados no curto prazo e serão uma tragédia no longo prazo, porque a produção terá que ser escoada e os consumidores estão limitados à própria capacidade nacional de gerar e distribuir renda. Priorizando a redução setorial, o Governo pratica na verdade mais uma manobra para alimentar a impressão global de que a economia brasileira é sólida e pode superar a crise mundial. Por ser paliativa e de curta duração, o resultado efetivo desta manobra servirá apenas como proteção para os governantes, não trazendo benefício real para a sociedade. Um investimento planejado, para resultados a medio e longo prazo, apesar de resolver a questão econômica e social, não gera votos e não serve como pano de fundo, para esconder o saldo real da nossa economia. Somente desonerando a folha salarial e assumindo o real papel de protetor do cidadão, o Brasil poderá ser de fato uma nação de primeiro mundo, capaz de cuidar de seu povo, gerando emprego e renda e zelando pelo descanso dos aposentados. Não se pode permitir que o Governo repasse às empresas a responsabilidade de cumprir o papel do Estado, de provedor de saúde, educação e segurança ao cidadão.

O Brasil dos Incentivos Fiscais

A prática de oferecer incentivos fiscais para alavancar artificialmente alguns setores da economia, além de antiga, não é privilégio do Brasil. Mas o que há de novo e quais os resultados reais desta prática para a sociedade? O Brasil passou a empregar este artifício econômico com mais força, para conter a crise financeira gerada pela bolha do sistema habitacional e financeiro norte americano. Com a redução do IPI (imposto sobre produto industrializado), primeiro para carros populares, depois para a chamada linha branca de eletrodomésticos. Desta forma o Governo Feredal empreendeu um esforço para garantir que a indústria não precisasse parar a produção, podendo vender seus produtos com preços mais atraentes para o consumidor. Garantiu que os empregos destas indústrias não fossem cortados por excesso de produção e baixa das vendas. O cidadão pagou a conta, por meio de fortes cortes orçamentários, verificados, principalmente no ano seguinte. Já em 2011, a mesma indústria automobilística, agraciada com o incentivo de 2008/2009, volta a pedir socorro, desta vez, porque os pátios estavam lotados de carros. Atendidos pelo governo, iniciam nova onda de vendas ao consumidor final, abarrotando as ruas de carros e inflando o endividamento geral da população, que saiu às compras para aproveitar os "preços baixos" e as facilidades de crédito. Além dos carros, moveis entram na onda e também passam a ser vendidos com redução de IPI. Agora, em tempos de crise europeia, o mundo em frangalhos e morrendo de medo do estrago que economias sustentadas artificialmente poderão causar ao mundo globalizado, o Governo Brasileiro resolve sacar mais uma vez a redução de IPI, para manter as vendas de carros, moveis e eletrodomésticos. Segura os empregos e mantém a economia aquecida, mas a qual custo? Para bancar a redução do IPI o Governo deixa de arrecadar e, portanto, de investir em infraestrutura e serviços excensiais. Educação, Saúde e mobilidade acabam por ser os setores mais prejudicados, uma vez que faltam recursos para os investimentos e aumentam os gastos com manutenção, pela sobrecarga do sistema. As ruas das grandes cidades não comportam tantos automoveis, os hospitais recebem cada vez mais pacientes vítimas da poluição e da falta de segurança e os setores de assistência geral à sociedade menos favorecida carecem de insumos básicos para seu bom funcionamento. Restam duas saídas: Corte de gastos, tanto em serviços quanto em folha e gastos oficiais; ou elevação da carga tributária, para compensar a verba que deixa de entrar nos cofres do Estado, com o corte do IPI. Em plena correria para garantir o cumprimento do cronograma de obras para a Copa 2014... vai ser dificil fechar esta conta.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Fim do Interesse pela Carreira Internacional

Carreira internacional já era
Com o menor interesse dos jovens por carreira no exterior, multinacionais carregam em argumentos para recrutar expatriados

GABRIEL PENNA (undefined) 09/09/2009
Crédito: Cláudio Rossi
Karen Ramirez, 33 anos, gerente de programas de liderança da GE: ela foi escalada para cuidar da carreira de dez repatriados - Crédito: Cláudio Rossi
Karen Ramirez, 33 anos, gerente de programas de liderança da GE: ela foi escalada para cuidar da carreira de dez repatriados

A GE é uma gigante global, com fábricas e escritórios em mais de 100 países e negócios em setores diversos, como infraestrutura, tecnologia e entretenimento. No Brasil, tem 6 000 funcionários e fatura mais de 3 bilhões de dólares. A empresa americana é reconhecida por formar seus executivos. Um dos principais instrumentos para isso é a possibilidade de assumir funções no exterior. A carreira internacional, porém, não tem gerado entusiasmo em uma parcela do seu pessoal no Brasil. Atualmente, cerca de 40% dos funcionários sondados pela companhia para uma vaga lá fora não querem deixar o país. “Hoje, os jovens conhecem o exterior desde cedo e a tecnologia lhes permite interagir com o mundo”, diz Hector Aguilar, diretor de recursos humanos da GE para América Latina. “Temos que nos esforçar mais para aceitarem uma expatriação.” A GE precisa desse tipo de movimentação para desenvolver profi ssionais, promover a troca de conhecimento e, obviamente, encontrar executivos cujas habilidades coincidam com as necessidades das vagas.

A quem topa ir a companhia oferece desde subsídio à moradia e escola para fi lhos até carro particular (com motorista, para nível de diretoria), compensação salarial de 10% a 40%, cursos de idioma e integração cultural (extensivos à família). Para o cônjuge, a GE ampliou o apoio à recolocação, agora com a possibilidade de contratação pela própria companhia. “As empresas têm que lidar com a dupla carreira, do marido e da mulher, e isso pode frear o processo“, diz Betânia Tanure, professora da Fundação Dom Cabral, de Belo Horizonte. A solução para o dilema também pode ser, simplesmente, aceitar a nova realidade. Nos últimos anos, a GE vem redesenhando seus planos de carreira para que os profi ssionais evo luam na companhia sem deixar o país. Por outro lado, a expansão e a diversifi cação dos negócios da GE no Brasil, que cresceram 45% no ano passado, também ajudam na retenção. “A ampliação das operações no país dá condições de desenvolvimento e crescimento aos talentos que não querem sair”, diz Hector. Um exemplo é a construção da primeira fábrica brasileira da divisão de saúde, em Contagem, Minas Gerais, que deve fi car pronta em 2010.

RETORNO MAIS RÁPIDO

O menor interesse em trabalhar no exterior não é uma exclusividade dos funcionários da GE. Uma pesquisa da Companhia de Talentos, consultoria de São Paulo, mostra que, entre 2003 e 2009, o item carreira internacional caiu do segundo para o nono lugar entre as prioridades dos jovens ao escolher um emprego. A Procter&Gamble, multinacional do setor de consumo, chegou a perder talentos da Geração Y antes de perceber essa mudança. Em 2008, a empresa fez uma pesquisa com universitários no país e descobriu que metade deles não queria fazer carreira no exterior — um dos principais atrativos da companhia.

A Procter redirecionou seu processo de recrutamento e criou um programa de mentores para a nova geração. Como muitas multinacionais ainda contam com expatriados para arejar a gestão de suas subsidiárias, são necessárias outras saídas para enfrentar essa resistência. Por exemplo, diminuir o período de permanência no exterior. Alguns programas que antes duravam entre quatro e cinco anos foram reduzidos à metade. “Os profi ssionais jovens, hoje, esperam movimentos mais rápidos na carreira”, diz Iaci Rios, consultora da DBM, de São Paulo.

A Unilever, que tem programas de expatriação de dois a três anos, faz uma avaliação anual da carreira dos profi ssionais para defi nir o momento ideal do retorno. “O funcionário é repatriado somente quando há uma oportunidade concreta”, diz Marcelo Williams, vice-presidente de recursos humanos. “Tentamos oferecer desafi os à altura da bagagem acumulada por eles”, diz Karen Ramirez, de 33 anos, gerente de programas de liderança da GE, que faz coach interno para repatriados. A preocupação faz sentido.

Segundo uma pesquisa global da consultoria inglesa Ernst & Young, cerca de 15% dos repatriados pedem demissão com menos de dois anos após a volta. “Muitos fi cam sem lugar na empresa, não recebem promoção ou voltam para as mesmas tarefas”, diz Gustavo Perez, consultor de capital humano da consultoria Ernst & Young, em São Paulo. Na brasileira WEG, fabricante de motores industriais, a repatriação de profi ssionais será um desafi o nos próximos meses. A empresa despacha todo ano cerca de dez profi ssionais e, até janeiro de 2010, receberá cinco deles de volta. “Não damos garantia de promoção, mas quem retorna ganha um importante diferencial para crescer dentro da empresa”, diz Francisco Lux Neto, chefe de remuneração e expatriados da WEG.

Como as empresas enfrentam a resistência à expatriação:
+ Benefícios como moradia, escola, roupas, carro e cursos
+ Apoio à recolocação do cônjuge do expatriado
+ Programas de expatriação mais curtos, de dois a três anos
+ Alternativas de carreira local, em funções técnicas e gerenciais
+ Plano de repatriação e boas chances de crescimento na volta


Transcrição na íntegra da Revista Você SA.

sexta-feira, 4 de março de 2011

O Monstro da Inflação

Durante mais de uma década o Brasil controla artificialmente a inflação. Todo este esforço fez com que muitos brasileiros sequer saibam o que realmente é uma corrida inflacionária, afinal, quem possui menos de 20 anos não acompanhou o infeno econômico que vivemos até início da década de 90.

Pois bem! O "monstro da inflação" está de volta e grande parte da força de trabalho brasileira não sabe como lidar com isso. A economia se aqueceu e saimos às compras. Gostamos disso, de poser comprar sem nos preocupar com a fatura do cartão de crédito, de poder escolher pelo desejo e não ter que sonhar eternamente com aquele objeto desejado. O problema é que o superaquecimento do mercado traz de volta inimigos vorazes, capazes de colocar por terra todo o esforço de tantos anos. Quem viveu aqueles tempos, com certeza está preocupado com o futuro, mas nos acostumamos a comprar e isso é dificil de mudar.

A tendência de crescimento do país exige de todos nós uma mudança de comportamento. Precisamos aprender a dizer não às tentações e escolher opções mais econômicas e ajudemos a frear o consumismo e os preços. Se mantivermos esta postura, seremos novamente, engolidos pela inflação.

O corte de orçamento do Governo nada mais é que uma necessidade de frear a economia. Como o brasileiro não esta acostumado a ter dinheiro no bolso e acaba commprando tudo que vê, então a solução é retirar a verba do mercado e mais uma vez, desacelerar a inflação artificialmente.

Precisamos de políticas educacionais voltadas para a contenção do consumo e consientização do cidadão, para a importância que ele tem no mercado mundial. Espero que o Brasil saiba lidar com esta pressão e que isso tudo não passe de mais um susto.

7ª Economia Mundial

O Brasil acaba de alcançar a marca de 7ª Economia mundial. Ao mesmo tempo em que estamos de parabéns, ganhamos um enorme desafio. O Brasil precisa estar preparado para crescer a taxas tão expressivas e a nossa indústria de transformação, principalmente de tecnologia possui um papel crucial neste processo.

Durante as últimas décadas os EUA controlaram o mercado mundial apesar de terem uma moeda forte. Apesar de "mais caros" os produtos americanos gozavam de prestígo e respeito no mercado mundial e o consumidor internacional acabava aceitando pagar o preço, seja pelo status de estar usando aquela marca ou pelo reconheciment da excelência em qualidade dos mesmos. Na última década o Brasil mantém a cotação do Dólar artificialmente e a pressão do mercado pela valorização do Real frente à moeda americana está se tornando insuportável. O Real mais caro dificulta as importações e prejudica o crescimento industrial e o agronegócio, portanto temos o desafio de superar este obstáculo.

A indústria brasileira, principalmente a de tecnologia, precisa elevar seu padrão de qualidade de modo a justificar os altos preços que terão de ser praticados caso o Dólar desvalorize mais. Precisaremos competir com mercados produtores de alto potencial, como a China, que apesar de não possuir excelência em qualidade, possui os menores custos de produção do mundo e dominam o "diferencial preço". O Brasil precisa encontrar o seu diferencial competitivo e acredito que, em razão da dificuldade cambial, nossa meta é qualidade e superação em aceitação de marcas nacionais. Precisamos criar o conceito de excelência do produt brasileiro e torná-lo desejado, mesmo que custando mais caro. O exêmplo americano nos mostra o caminho, cabe-nos seguir por ele, sem contudo, cometer os erros de estratégia política cometidos pelos nossos EUA.

Façamos então o dever de casa e preparemo-nos para fazer a diferença e brigar pelo topo. O Brasil é maior que a soma de todos os brasileiros e o esforço coletivo há de fazer a diferença!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Vou votar no Serra!!???

Vou votar no Serra.

Cansei de ir em Shopping e ver a pobreza comprando e desfilando com seus
celulares. O governo reduziu os impostos para os computadores. A Internet virou coisa de qualquer um. Pode? Até o filho da manicure, pedreiro, catador de papel, agora navega...
Cansei de ir ao supermercado e encontrá-lo cheio.... O salário dos pobres aumentou e qualquer um agora se mete a comprar carne, queijo, presunto, hambúrguer e iogurte.
Cansei dessa história de PROUNI, que botou esses tipinhos, sem berço, na
universidade. Até índio, agora, vira médico e advogado. É um desrespeito...
Meus filhos, que foram bem criados, precisam conviver e competir com essa
raça.
Cansei dessa história de facilitar a construção e a compra da casa própria.

Cansei dessa história de Luz para Todos. Os capiaus, agora, vão assistir TV
até tarde. E, lógico, vão acordar ao meio-dia. Quem vai cuidar da lavoura do
Brasil? Diga aí, seu Lula...

Cansei dessa coisa de biodiesel, de agricultura familiar. O caseiro do meu
sítio agora virou "empreendedor" no Nordeste. Pode?
Cansei dos estacionamentos sem vaga. Com essa coisa de juro baixo, todo mundo tem carro, até a minha empregada. "É uma vergonha! ", como dizia
o Boris Casoy.

Cansei dessa coisa assistencialista de Bolsa Família. Esse dinheiro poderia
ser utilizado para abater a dívida dos empresários de comunicação (Globo,
SBT, Band, RedeTV, CNT, Folha SP, Estadão, etc.). A coitada da "Veja"
passando dificuldade e esse governo alimentando gabiru em Pernambuco. É o
fim do mundo.
Cansei dessa palhaçada da desvalorização do dólar. Agora, qualquer um tem MP3, celular e câmera digital. Qualquer umazinha, aqui do prédio, vai passar férias no Exterior. É o fim...
Cansei da moda banalizada. Agora, qualquer um pode botar uma confecção. Tem
até crédito oferecido pelo governo. O que era exclusivo da Oscar Freire, agora, se vende até no camelô da 25 de Março e no Braz. Vergonha, vergonha, vergonha...
Cansei, vou votar no Serra, porque quero de volta as emoções fortes do governo de FHC, quero investir no dólar em disparada e aproveitar a inflação. Investir em ações de Estatais quase de graça e vender com altos lucros.

Chega dessa baboseira politicamente correta, dessa hipocrisia de cooperação. Quem pode, pode, quem não pode, se sacode.

Tenho culpa se meu pai era mais esperto que os outros para ganhar dinheiro comprando ações de Estatais quase de graça? Eles que vão trabalhar porque no capitalismovence quem tem mais competência. É o único jeito de organizar a sociedade, de mostrar quem é superior e quem é inferior.
Quero os 500 anos de oligarquia autoritária, corrupta e escravizante de
volta. Quero também os Arminios Fragas&outros pulhas, que transformaram a
Vale e a Embratel em meros ativos para vender a preço de banana para os
"amigos do rei".

Quero de volta a quadrilha... escondendo escândalos, maracutaias e compra de votos no Congresso.

Vou votar no Serra. Quero ver essa gentalha no lugar que lhe é devido. Quero minha felicidade de volta!"

(Iara Vilas Boas Almeida)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Greve dos Rodoviários. Quem paga a conta?

Brasília está sofrendo os impactos de mais uma greve geral de ônibus. São milhares de trabalgadores que não conseguem chegar ao trabalho, complicações adicionais ao já problemático trânsito na metrópole, atraso na entrega de demandas, dificuldade para chegar ao médico, dentre inúmeros outros transtornos ocasionados por esta greve.

Não questiono o direito de luta dos rodoviários, trabalhadores que merecem nosso respeito e que devem sim, lutar por melhores condições de vida. O que não pode é paralizar integralmente o sistema, como fizeram, causando prejuisos incalculáveis à sociedade brasiliense.

Existem formas mais inteligentes e menos danosas de precionar o patrão, como por exemplo uma longa e duradoura operação tartaruga. Os cidadão sofreriam um pouco com atrasos e redução de quantidade de carros, mas pelo menos poderiam voltar pra casa.

Mas o pior é o fato de os empresários serem os principais beneficiados com esta greve. Querem elevar a tarifa em 30% de uma só vez, o que tornará a passagem do DF a mais cara do país. Isso para trafegar em ônibus lotados e ficar horas esperando na Rodoviária do Plano Piloto.

Enfim, independente do que aconteça, quem vai pagar a conta é o pobre trabalhador brasiliense.

Novidades!!!

Olá amigos!

Hoje iniciamos uma nova roupagem em nosso blog. Além do layout renovado, mais moderno e ligado ao tema negócios, assumimos o compromisso de manter as atualizações, sempre com temas da atualidade e que digam respeito ao dia-a-dia das empresas e dos brasileiros.

Contamos ainda com o apoio de você leitor, contribuindo com comentários, críticas e sugestões, afinal de contas, este blog foi desenvolvido pra você!

Um forte abraço,

Danilo Silva Pinto

sexta-feira, 26 de março de 2010

METRÔ OU FERRORAMA?

Em Brasília a população sofre com a greve do metrô, responsável pelo colápso do sistema de tráfego da capital. Esta situação me levou a refletir, mais uma vez, sobre a situação do irmão mais novo, em gestação a mais de uma década, o Metrô de Salvador.
É inacreditável que após tantos anos e com um orçamento astronômico, estejamos ainda a esperar pela conclusão das obras, daquele que prometeu ser a solução dos problemas de trânsito na capital baiana. O pior, é que foram feitas várias mudanças no projeto e no orçamento e no final das contas, o que está próximo de sair do projeto é um trajeto de seis kilômetros, que leva de canto algum a lugar nenhum. Sai da Estação da Lapa e segue pela Avenia Mário Leal Ferreira (Bonocô), até a Rótula do Abacaxi. Vai ser muito útil, afinal a população do Centro da cidade poderá utilizar o ferrorama para fazer compras num Hipermercado instalado no local.
Vamos esperar e ver o que virá para a Copa 2014. Neste nível de compromisso com obras públicas, com certeza seremos notícia pelo mundo. Só não sei se ficaremos agradados com teor das mesmas.

Danilo Pinto

quarta-feira, 24 de março de 2010

CHINA: Um gigante em evolução!

Ontem estava lendo O GRANDE JOGO - Política, Cultura e Idéias em Tempo de Barbárie. De Demétrio Magnoli. Trata-se de um livro que nos convida a refletir sobre as relações diplomáticas e bélicas entre os países.

Num determinado ponto da leitura, em que Demétrio discorria sobre a mudança no cenário econômico e industrial verificada nas três últimas décadas, com o forte crescimento da indústria chinesa. Ele nos fala que a China, graças à fartura de mão de obra e aos investimentos em manufatura, feitos desde a década de 80 do século passado, vem dominando o mercado mundial e recentemente teria ultrapassado a União Européia em volume de exportação de remanufaturados para os EUA. Daí me ocorreu lembrar de uma defesa que faço, não com a intenção de protejer a China, mas como forma de enxergar a realidade da forma como ela se apresenta. Muito se critica a falta de qualidade dos produtos chineses, comprados em qualquer esquina do mundo. São produtos, deveras, de ésima qualidade, na maioria, réplicas descartáveis de produtos de marca. No entanto, se voltarmos ao passado, em meados do século XX, Japão, em sua reconstrução no pós-guerra, iniciou uma forte industrialização e por muito tempo os produtos japoneses foram criticados pela ma qualidade e baixa durabilidade. Hoje, a Honda, a Toyota, a Mitsubishi, a Hiunday, dentre inúmeras outras empresas japoneses dominaram grande fatia dos mercados mundiais e são referência em qualidade, sonho de desejo da maioria dos cidadãos.
Hora! Não podemos negligenciar a China. Enquanto muitos criticam e regeitam, eles estão se desenvolvendo e se preparando para dominar a indústria mundial, demonstrando que errando sem parar de tentar, um dia se consegue ser o melhor, contra todas as expectativas.
Precisamos aprender, mais uma vez, com o exêmplo dos orientais. Disciplina e trabalho são o segredo do sucesso. O exêmplo da China, repetindo o Japão de 40 anos passados, serve de molde, para que muitas nações ainda estagnadas saiam do marasmo e se projetem no mercado mundial. Serão necessários muitos sacrifícios, mas só chega lá... quem vai à luta.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Paulo Maluf pode ser preso pela Interpol se sair do País

Fonte: Portal da Metrópole e Folha Online | 19/03/2010 16h45 | Brasil

Deputado foi incluído em lista vermelha; ele não pode passar por 188 países ligados à polícia

A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) colocou o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) na difusão vermelha a pedido da Justiça de Nova York. Na prática, a inclusão impede que o ex-prefeito de São Paulo deixe o país e passe por qualquer um dos 188 países que são signatários da organização polícial internacional.

Segundo o promotor Silvio Marques, do Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP), o Grande Júri de Nova York, que já tinha indiciado Maluf em 2007 pelos crimes de conspiração em 4º grau, transferência de recursos de origem ilícita e roubo de fundos públicos-- pediu a inclusão do deputado na "lista vermelha" da Interpol no final do ano passado, pedido este que foi atendido.

O promotor lembrou que, apesar de o Brasil ser signatário da Interpol, Maluf não pode ser preso no país para ser levado aos Estados Unidos. "Para ele ser preso os Estados Unidos teriam que pedir a extradição, e a Constituição impede a extradição de brasileiro nato", explicou.

Com isso, Maluf poderá permanecer no Brasil --onde suas ações penais aguardam julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal)--, mas impede saídas para o exterior. "Ele até pode viajar, mas será preso assim que chegar a outro país", disse Marques.

As ações contra Maluf no Brasil estão sob análise do ministro do STF Ricardo Lewandowski. Segundo Marques, elas prescreverão se não forem julgados até daqui aproximadamente um ano.

Outro lado - Segundo a assessoria jurídica do deputado Paulo Maluf, a inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol é "uma ilegalidade por parte da promotoria estadual norte-americana e verdadeira afronta à soberania do Brasil e do Congresso", se referindo ao fato de Maluf estar em um cargo eletivo.

"Seria o mesmo que um promotor de Justiça estadual de qualquer Estado brasileiro, a exemplo do que fez a promotoria do Estado de Nova York, enviar à Polícia internacional o nome de um parlamentar norte-americano proibindo-o de viajar sob pena de prisão", aponta a nota divulgada hoje.

Ainda de acordo com a nota, um advogado em Nova York já entrou em fevereiro com uma ação na justiça americana para tentar anular a inclusão do nome de Maluf na lista de procurados da Interpol.

quinta-feira, 18 de março de 2010

TV CPP nasce com show de acessos.

Assista à TV CPP www.tvcpp.com.br Tudo sobre as ações do CPP, na defesa dos interesses do professorado paulista.

terça-feira, 2 de março de 2010

NOVAS ESTATAIS

Assinstindo o Jornal da Globo agora a pouco, acompanhei as discussões acerca da criação das "novas estatais" brasileiras. De um lado o Governo Federal defende a necessidade de reduzir o custo da Banda Larga, favorecendo a população de baixa renda e gerando inclusão social. de outro, s críticos, alegando que ara reduzir o preço da Banda Larga, sem precisar criar mais custos para o Estado, bastaria reduzir o absurdo que se cobra de impostos sobre este serviço.

Ambos estão corretos!

De um lado, o Governo Federal defende a criação de Estatais, porque passaria a ter nas mãos o controle de grande parte da receita gerada pela comunicação digital no Brasil, sem precisar abrir mão dos altos impostos. Passaria a ganhar nas duas frentes e de quebra, segura mais um cabide de emprego, com altos cargos para negociar com os partidos de aluguel.

Do outro, o críticos, que defendem o óbvio, redução de impostos para baratear os custos. Mas esta crítica serve apenas de apelo político, visto que dificilmente o Governo abriria mão de altas somas em impostos, num campo em plena expansão.

Enquanto os dois lados disputam a paternidade da solução ideal, eu e todos vocês continuamos a pagar 43% de impostos, apenas por estarmos conectados à internet. Dificil mesmo vai ser encontrar um ponto de convergência entre os interesses do Capital Especulativo (acionistas de grandes corporações) e do Capital Estatal, mantenedor de uma classe política moralmente decadente e ávida por poder.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Mapa Astral

danilo silva pinto - Nasc.: 23/08/1980 às 20:30 em Ruy Barbosa (BA)

Posição dos planetas:
Sol em Virgem
Lua em Aquário
Mercúrio em Leão
Vênus em Câncer
Marte em Libra
Júpiter em Virgem
Saturno em Virgem
Urano em Escorpião
Netuno em Sagitário
Plutão em Libra

Posição das casas:
Ascendente em Áries
Casa 2 Touro
Casa 3 Gêmeos
Casa 4 Câncer
Casa 5 Leão
Casa 6 Virgem
Casa 7 Libra
Casa 8 Escorpião
Casa 9 Sagitário
Casa 10 Capricórnio
Casa 11 Aquário
Casa 12 Peixes

CONHEÇA OS SÍMBOLOS


Seu signo é: Virgem ... O EU Interior

Se inicia em 23 de Agosto e termina em 23 de Setembro. Tão diferente do signo tão fogoso que o precede, o signo de Virgem é um signo de Terra, negativo, estéril, humano e governado pelo planeta Mercúrio. Mercúrio rege o intelecto concreto, o raciocínio. Mas diferentemente do signo de Gêmeos, também regido por ele, este é um Mercúrio/Terra, pés no chão.
Os virginianos são geralmente pessoas devotadas, trabalhadoras, verdadeiras formiguinhas da natureza, sempre prontas a ajudar. Não é um signo fácil, pois simboliza o trabalho subalterno, a classe operária, os trabalhos ligados a hospitais e saúde pública, muitas vezes aos laboratórios de pesquisa. De fato o virginiano tem um intelecto concreto muito privilegiado e é capaz de trabalhos minuciosos e laboriosos - brilhantes - eu diria. O signo de Virgem rege os animais domésticos e não é raro termos veterinários deste signo, assim como médicos de medicina geral.
Suas qualidades são a interiorizarão, a adaptabilidade (esta talvez menos que os gêminianos), a aptidão para cálculos e a análise. Tem muito senso lógico e discernimento bem como um espírito prático. São eficientes, práticos e engenhosos para fazerem o seu trabalho com muita responsabilidade, sem precisar ser cobrados. Mas, como nada é perfeito, sendo eles pessoas excessivamente preocupadas com a perfeição, se tornam as vezes chatos, "cri-cri", detalhistas ao extremo, sempre prontos a criticar os defeitos dos outros, exagerando no detalhe e nas minúcias, colocando “etiquetas” em tudo! Podem ser também excessivamente preocupados com as doenças e a higiene, esterilizando tudo o que tocam, e desta maneira estarão mais sujeitos às doenças do que os outros, exatamente por causa da ausência de anticorpos! Suas cozinhas e banheiros, parecem verdadeiros laboratórios de tão limpas! Os armários então? Nem se fala. Não suportam a bagunça!
Na minha opinião não existem em astrologia doze signos mas sim, seis signos e seus opostos. Por esta razão a nossa tarefa é sempre a de nos familiarizarmos com o signo oposto (neste caso Peixes) e tentar chegar ao ponto do equilíbrio, o fiel da balança.

O nativo de Virgem tem o seu ponto fraco físico nos intestinos (e não é lá que nosso corpo guarda a sua "sujeira")?

Virgem e o Amor:
O virginiano empenha-se em manter as amizades, tentando agradar e tornar os amigos felizes. Da mesma forma, é dedicado no amor, relutando porém em se entregar completamente, talvez porque o seu senso crítico não o permita. Dificilmente ele relaxa! Sendo perfeccionista pode ser pouco criativo, tentando fazer sempre "tudo direitinho".
Mas a vida precisa de um pouco de imprevisto, que afinal é como um pouco de tempero naquela linda e maravilhosa salada! Muitas vezes o virginiano não casa, ou casa tarde, ou estabelece uma relação onde a amizade é o elemento predominante. Ele também necessita que o parceiro seja um estimulante intelectual por isso os interesses comuns são imprescindíveis.

Virgem e a Casa:
O que dizer da casa de um virginiano, se não que seria o lar perfeito, onde “cada coisa tem seu lugar e cada lugar tem uma coisa” (ditados italianos)! Na sua mania de perfeição, não deixa nada ao acaso, tudo é estudado, limpo e arrumadinho. Ai de quem deixar uma meia jogada no banheiro! Ai de quem largar uma toalha molhada em cima da cama! Minuciosos e detalhistas, nada é deixado ao acaso, tudo tem um porquê de ali estar. Prateleiras para livros e outros objetos são primordiais para que eles consigam achar lugar para seus muitos pertences. Móveis laqueados são sua preferências, evidentemente, sempre com certa linearidade para transmitir segurança e ordem.
E como seria um quarto ideal para o nativo de Virgem? Seguramente ele não deve escapar, como o restante de sua casa, à dignidade e à simetria impecável de que ele necessita. O sono e a noite são geralmente vistos como "desordem" por este nativo, razão possível das suas insônias freqüentes. Nas células perfeccionistas que são seus quartos, eles passam horas em arrumações sem fim, aliás um dos maiores prazeres deste signo, ou dedicando-se à descobertas de leituras úteis. As cores preferidas são o bege, areia, azul claro e todas aquelas cores "pastel" que propõem uma atmosfera calma e tranqüila.
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Ascendente em Áries

O Ascendente tem relação com sua aparência física e com o jeito que você se apresenta aos outros. Voce que tem o Ascendete em Áries, é apressado e ágil em sua maneira de andar, seu corpo é musculoso e firme, e muito provavelmente você não pode deixar de ter alguma atividade física diária. Você tem necessidade de gastar energias para se manter saudável. Com Áries no Ascendente você é principalmente um líder e é assim que se apresenta aos outros. Provavelmente você acha todos muito mais lentos que você e quer sempre superá-los! Existe uma forte ambição em seu temperamento, fogoso e excitável, sempre em busca de novas conquistas. A pressa com que você deseja encontrar a solução das coisas ou alcançar sua meta pode parecer ímpeto excessivo para os outros: para você tudo é urgente e “para ontem”! Uma outra característica de quem tem este ascendente é o egoísmo com o qual você enxerga suas relações com os outros; na realidade você não tem muito tempo para se interessar pelos problemas alheios, e logo perde a paciência apresentando prontamente sugestões e soluções que podem ser mal interpretados. Você estabelece objetivos e metas para serem alcançadas e não quer, de jeito nenhum, que algo se interponha em seu caminho. Muitos esportistas têm este ascendentes e certamente tudo o que eles desejam é chegar em primeiro lugar! Muitas vezes este ascendente confere uma tez avermelhada e o rosto sofre com erupções cutâneas (acne); O rosto é alongado e muitas vezes possui um nariz ou um queixo pontudo. Não lhe faltarão cicatrizes que irão marcar sua cabeça em razão de cortes e acidentes a que você estará sujeito ou causadas pela acne juvenil. Procure controlar o excesso de impaciência e a agressividade para entrar no equilíbrio do signo de Libra, seu complementar. O ponto frágil de Áries é a cabeça e muitas vezes o taurino está sujeito a dores de cabeça.
(Lembre-se que um planeta colocado em conjunção com o Ascendente e também seu Signo, irão influenciar nesta descrição, modificando suas características).
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Lua em Aquário As Suas relacões emocionais.

Você é um ser sociável, amável, adora os amigos e é muito popular. Possui muita imaginação, uma mente alerta e intuitiva, com facilidade de assimilação. Pode gostar de ritmo, de movimento, e tem aptidão para lidar com eletroeletrônica. Poderá desenvolver carreiras de ponta, ligadas à vanguarda, ao design, sendo uma pessoa de destaque em seu meio. Esta Lua lhe confere aptidão para se ligar a movimentos humanitários com boa chance de sucesso. Para a mulher este é um indicio também de originalidade no comportamento, uma liberdade de ação, mas pode indicar dificuldades para ter filhos e predisposição aos abortos espontâneos. Se a Lua estiver ‘aflita’, você se tornará bastante excêntrica, rebelde, tendo opiniões sempre ‘do contra’, e se envolvendo em atos que reivindicam ações sociais, como aquelas ligadas a sindicatos, ONGs, e partidos de extrema esquerda. As mudanças bruscas no humor também são uma das características do mau aspecto desta Lua, assim como as inúmeras mudanças de casa, de ocupação e até de país.