Assinstindo o Jornal da Globo agora a pouco, acompanhei as discussões acerca da criação das "novas estatais" brasileiras. De um lado o Governo Federal defende a necessidade de reduzir o custo da Banda Larga, favorecendo a população de baixa renda e gerando inclusão social. de outro, s críticos, alegando que ara reduzir o preço da Banda Larga, sem precisar criar mais custos para o Estado, bastaria reduzir o absurdo que se cobra de impostos sobre este serviço.
Ambos estão corretos!
De um lado, o Governo Federal defende a criação de Estatais, porque passaria a ter nas mãos o controle de grande parte da receita gerada pela comunicação digital no Brasil, sem precisar abrir mão dos altos impostos. Passaria a ganhar nas duas frentes e de quebra, segura mais um cabide de emprego, com altos cargos para negociar com os partidos de aluguel.
Do outro, o críticos, que defendem o óbvio, redução de impostos para baratear os custos. Mas esta crítica serve apenas de apelo político, visto que dificilmente o Governo abriria mão de altas somas em impostos, num campo em plena expansão.
Enquanto os dois lados disputam a paternidade da solução ideal, eu e todos vocês continuamos a pagar 43% de impostos, apenas por estarmos conectados à internet. Dificil mesmo vai ser encontrar um ponto de convergência entre os interesses do Capital Especulativo (acionistas de grandes corporações) e do Capital Estatal, mantenedor de uma classe política moralmente decadente e ávida por poder.
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